poemeto

hoje, só uns poemínimos

ao vê-la

a Bruna

minha vela

enfuna

.-.-

falácia do cio

cioso da fala

balbucio

entre o falo e a fala

.-.-.

tanta paz

tanto faz

se o canto

encanto não faz

.-.-

se ela no olho me olha, me molha

de pouco um tudo; de louco, um mudo; de rouco, um surdo;

mãos amigas se paradas sempre unidas

sob o branco de minha unha, a formiga fornica e não me acabrunha.

É definitivo: Se o amor me define, nada há que me definhe.

Chorei, chorei, até o choro me tornar rei.

.-.-

se

ando

desnudo

tudo que quero

meu amor vestido

em alguém que aquém

me veste e vista de amar além

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